As imagens da catástrofe no Rio de Janeiro
por CCS em 16 Janeiro, 2011 - 04:15
A sequência de fortes chuvas na Região Serrana do Rio de Janeiro causou o que está se tornando uma das maiores tragédias brasileiras: três cidades praticamente em total destruição e outras três fortemente afetadas por deslizamentos de terra, desabamento de encostas, soterramento de bairros e alagamentos. Milhares de pessoas perderam as casas, centenas perderam a vida e várias outras continuam desaparecidas.Centenas de homens das forças de resgate do governo trabalham, muitas vezes com a ajuda de moradores, incansavelmente na busca de corpos e sobreviventes nas cidades de Nova Friburgo, Teresópolis, Petrópolis, Areal, Sumidouro e São José do Vale do Rio Preto. A tragédia é tamanha que hospitais e necrotérios não dão conta de fazer todos os atendimentos e estão lotados.
Por outro lado, os governos federal, estadual e municipal trabalham juntos para pensar em como reconstruir a localidade, ajudar a população atingida e, principalmente, remover esses moradores das áreas de risco – um dos principais motivos dessa grande perda.

Município de Teresópolis diminuiu burocracia para facilitar a liberação de corpos e prefeitura assumiu despesas de enterros. 12/01/2011. Foto: Wilton Júnior/AE

Até o momento, a tragédia do Rio de Janeiro, em 2011, foi a quarta maior do país. Teresópolis, 12/01/2011. Foto: Wilton Júnior/AE

Regiões conhecidas como Caleme, Poço dos Peixes, Posse e Granja Florestal são as mais atingidas em Teresópolis. 12/01/2011. Foto: Wilton Júnior/AE

Segundo a Defesa Civil, 17 bairros foram atingidos por enchentes e deslizamentos em Teresópolis. 12/01/2011. Foto: Fábio Motta/AE

"É a maior catástrofe da história do município", declarou o prefeito de Teresópolis, Jorge Mário Sedlacek. 12/01/2011. Foto: Wilton Júnior/AE

Cabral culpa 'desgraça do populismo' por tragédia na Região Serrana do RJ. Teresópolis, 12/01/2011. Foto: Fábio Motta/AE

Em Teresópolis, número de mortes é de 175, e 1300 estão desalojados. 12/01/2011. Foto: Fábio Motta/AE

As águas que desceram por Teresópolis atingiram, consequentemente, São José do Vale do Rio Preto. Teresópolis, 12/01/2011. Foto: Fábio Motta/AE

De acordo com a polícia, foram identificados 176 corpos em Teresópolis. 12/01/2011. Foto: Fábio Motta/AE

Em Nova Friburgo, um carro de bombeiros foi atingido por uma avalanche de terra, no centro da cidade. 12/01/2011. Foto: Marcos de Paula/AE

Em Teresópolis, onde parte da periferia do município foi devastada, o número de vítimas chega a 172, segundo informações da prefeitura. 12/01/2011. Foto: Fábio Motta/AE

A Praça do Suspiro, em Nova Friburgo, ficou completamente debaixo de lama com o deslizamento de terra. 12/01/2011. Foto: Marcos de Paula/AE
Presidente Dilma promete ajuda no “resgate e na reconstrução” das cidades serranas. Nova Friburgo, 12/01/2011. Foto: Marcos de Paula/AE
Bombeiro tenta ouvir a voz de possíveis sobreviventes no centro de Nova Friburgo. 12/01/2011. Foto: Marcos de Paula/AE

Morro desaba no centro de Nova Friburgo e atinge diversas casas. Resgate teve dificuldade para chegar ao local. 12/01/2011. Foto: Marcos de Paula/AE

Teresópolis foi o município que registrou o maior número de mortes: 130. 12/01/2011. Foto: Wilton Júnior/AE

Nova Friburgo enfrenta o desafio de oferecer assistência médica aos feridos em deslizamentos de terra, desabamentos de imóveis e enchentes provocados pela forte chuva que caiu na madrugada desta quarta-feira, 12/01/2011. Foto: Marcos de Paula/AE

Nova Friburgo ficou praticamente sem comunicação durante todo o dia de hoje, 12/01/2011. Foto: Marcos de Paula/AE

Três bombeiros que tentavam resgatar moradores de um prédio que havia desabado foram soterrados, em Nova Friburgo. 12/01/2011. Foto: Marcos de Paula/AE

Excesso de corpos deixa IML de Teresópolis em colapso. Teresópolis, 12/01/2011. Foto: Wilton Júnior/AE

Cidade de Teresópolis decretou estado de calamidade. Teresópolis, 12/01/2011. Foto: Wilton Júnior/AE

O teleférico de Nova Friburgo, um dos pontos turísticos da cidade, foi tomado pela terra. 12/01/2011. Foto: Marcos de Paula/AE

Distrito de Vieira, em Teresópolis, foi um dos locais mais castigados pela chuva. 13/01/2011. Foto: Wilton Júnior/AE

Moradores do distrito de Vieira, em Teresópolis, tentam recuperar seus pertences que sobraram de suas casas. 13/01/2011. Foto: Wilton Júnior/AE

IML de Teresópolis entrou em colapso após os deslizamentos de terra. Com capacidade para até 20 corpos por mês, instituto recebe 175 em três dias. 13/01/2011. Foto: Wilton Júnior/AE

Em Nova Friburgo já chegam a 234 as vítimas letais do deslizamento de terra. 13/01/2011. Foto: Marcos de Paula/AE

Condomínios de classe média-alta, pequenas casas e pousadas foram invadidos rapidamente pela água dos rios Santo Antônio e Cuiabá, que subiram até 4 metros acima do nível normal. 13/01/2011. Foto: Marcos Arcoverde/AE

Em Petrópolis, a região mais atingida foi o Vale do Cuiabá, no distrito de Itaipava. 13/01/2011. Foto: Marcos Arcoverde/AE

Presidente Dilma e governador do Estado do RJ, Sérgio Cabral, visitam Nova Friburgo. 13/01/2011. Foto: Marcos de Paula/AE

Prefeitura de Teresópolis pagou os funerais das vítimas e disponibilizou 50 caixões pela manhã. Também providenciou a abertura de cerca de 180 covas rasas no Cemitério Municipal Carlinda Berlinda. 13/01/2011. Foto: Wilton Júnior/AE

Apesar de Itaipava também ter sido atingida, a cidade funciona como central de recebimento e distribuição de donativos às vítimas. Itaipava, 13/01/2011. Foto: Marcos Arcoverde/AE

Desabamentos deixam 13 mil pessoas fora de suas casas. Em Teresópolis, 960 estão desalojados e 1.280 desabrigados, de acordo com a Defesa Civil. 14/01/2011. Foto: Felipe Dana/AP

Carros foram carregados pela força da terra durante o desmoronamento de morro en Nova Friburgo. 12/01/2011. Foto: Marcos de Paula/AE

A estimativa para a reconstrução da cidade de Teresópolis é de R$530 milhões. 13/01/2011. Foto: Wilton Júnior/AE


















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